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Um.
Essa semana, Brigite me deu um susto. Quem me tem no Facebook, ficou sabendo que ela ficou presa no portão que separa o quintal da garagem. Como não estávamos em casa, não sabemos, exatamente, quanto tempo ela ficou presa. Tive que levá-la num veterináio 24h. Ela ficou internada e fez exames de raio-x e ultrassom. Passou a semana se recuperando desse susto, e ainda bem já está 100%.

Dois. 
Fui para a academia, praticamente, todos os dias. Essa foto fiz na sexta-feira, quando fui para a aula de pump e alongamento. #bumbumnanuca

Três.
Essa foto. Essa cachorra. Esse sábado. Finalmente, conheci o furacão da Safira, a filha cachorra da Lidy. Quando cheguei na casa da Lidy, a Safis já estava toda oferecida, haha. Sentei no chão e ela acha que é uma cachorra pequena, né? Porque veio e sentou no meu colo como se coubesse, haha. Levamos ela para passear pelo centro de São Paulo e se comportou feito uma dama no café! Quero mais cafés com a Safis, Lidy! :D

Quatro. 
Daí, eu e Lidy, junto com a Safis, fomos nesse café maravilhoso que já virou um dos meus lugares favoritos de São Paulo. O Por Um Punhado de Dólares, tem um lanche delicioso de shimeji e abobrinha, e um chá gelado de maracujá, camomila, hortelã e mel que é divino! E, como somos finas, não resistimos e tomamos um bom vinho branco! <3

Cinco. 
Essa é a minha gente fina da Zona Leste. Nos conhecemos desde o colégio, mas fico muito feliz de termos nos tornado amigos depois disso. Era para ter sido um karaokê, mas não deu certo. Fomos num restaurante mexicano mesmo, que é quase a mesma coisa, haha!

Seis. 
E teve visita do Mário. Mário é meu amigo dos tempos do Lomogracinha. Esse blog sempre me apresentou à pessoas que são maravilhosas, e o Mário é uma delas. Ele estava de visita por São Paulo (Mário é alagoano, mas mora, atualmente, em Curitiba), e tava difícil combinarmos algo para um abraço. Mas, de última hora, deu certo e pudemos registrar esse momento, haha! <3

Preparados para mais uma semana? Eu tô! :)

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Há mais ou menos 2 semanas, voltando pra casa do trabalho, encontrei um cachorro deitado no canteiro central, mas no asfalto da rua. Fiquei desesperada, porque ali, ele era um alvo fácil para ser atropelado. Voltei com o carro e tentei tirá-lo de lá, mas a minha falta de experiência me impediu. Fui tentar pegá-lo, e ele rosnou. Não tinha nada dentro do carro para que eu pudesse pegá-lo em segurança. Liguei para a minha veterinária, e ela também não conseguiu me ajudar. Um carro parou, e 2 homens saíram para me ajudar. Perguntaram o que eu queria fazer com o cachorro, e disse que queria, pelo menos, colocá-lo na calçada. Fizemos isso. E fui pra casa com dor no coração.

Na manhã seguinte, indo para o trabalho, vejo o cachorro deitado novamente no canteiro central e no asfalto, mas dessa vez, sentido contrário do dia anterior. Xinguei ele até a sua última geração, haha, porque né, filho da mãe! Fui pro escritório, e tentamos contato com o Táxi Dog. Eles pediram para verificar se o cachorro continuava na rua, que eles entrariam em contato dali 10 minutos. Meu irmão foi lá ver, e nisso, parou um carro com um anjo, haha! A Cris é cuidadora de animais, e ela tem um canil numa cidadezinha próxima daqui. No carro dela tinha os “equipamentos” necessários para podermos tirá-lo da rua, e levamos à veterinária que ela costuma levar. Agora, eu pergunto para vocês: o Táxi Dog retornou a ligação?

SAM_0583Na rua, quando a Cris nos ajudou

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Começamos a chamá-lo de Marronzinho, e a veterinária constatou que ele estava com a doença do carrapato, e por isso o sangramento no nariz. Pensamos que ele tivesse sido atropelado, ou alguém o tivesse machucado, mas não. Ele estava impregnado de carrapato, e eles caíam aos montes dele, o sr. Assis não conseguia nem ficar de pé! Fez exame de sangue, e entramos com suplemento de ferro, entre outros medicamentos. Foi tosado e dado banho medicamentoso, mas ainda assim, alguns carrapatos insistiam em ficar. A Cris o levou para o canil dela, até porque, lá ela cuidaria melhor dele do que eu, mas o peguei de volta nessa última sexta-feira, já mais saudável.

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 Na veterinária 

A pele dele tá toda cheia de feridinha por causa dos machucados dos carrapatos, mas isso com o tempo melhora. Ele ainda tem que continuar tomando o suplemento de ferro, mas aparentemente o estado dele já melhorou. Vamos repetir o exame de sangue essa semana, para ver como está.

Fiquei com receio da reação da Enriqueta, mas ela se saiu uma completa dama, haha. Só latiu quando o viu a primeira vez, mas ela não gosta muito que ele cheire o bumbum dela, hahahaha. Acredito que com o tempo, ela vai se acostumar.

Quando foi pra casa, mudamos o nome dele para Sr. Assis. “Senhor”, porque já está bem velhinho, e “Assis”, porque é o nome da avenida onde o encontramos, hehe. O fato de ele estar bem velhinho significa que ele só dorme o dia inteiro, praticamente, haha, mas também que, provavelmente, não vá viver muito mais. Talvez eu tenha mais gastos, e preocupação a mais, mas só o fato de ele ter um lugar para dormir, carinho e comida, e estar livre dos carrapatos, é o que importa pra mim (e pra ele também!).

Quero deixar aqui o meu imenso agradecimento para a Cris, porque se não fosse por ela, eu não sei como seria mesmo! E também quero agradecer aos meus pais, por embarcarem nessa comigo.

Vida longa ao Seu Assis! ♥

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                   Com a Enriqueta                            |                       Dormindo todo largadinho <3

IMG_3563meu velhinho e eu <3

Já era tarde da noite do domingo, quando peguei minha analógica para tentar acabar com o filme. Não terminei, haha. Peguei a digital e comecei a fazer um book da doidinha, haha. Ela não deu muita confiança, mas eu fiquei brincando mesmo assim.enriqueta_3

Eu sempre esquecia a data de aniversário dos meu cachorros, acho que porque eu era criança demais e não entendia a data de nascimento, com a data de quando a gente pegou, e que eles têm uma diferença de 8 anos da nossa idade. Era too much para minha cabecinha de criança que brincava com barbie, haha.

Mas bem, a gente cresce, não é? E eu não me esqueci do dia que pegamos a Enriqueta. Já contei aqui um pouquinho sobre isso, e hoje, quero contar um pouquinho mais.

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Foi num sábado, 7 de Maio de 2011. Minha mãe resolveu que queria ir na feirinha da Jacú-Pêssego ver os cachorrinhos que eles tinham. Pois bem, fomos eu e ela. Vimos alguns, mas já na terceira “barraquinha”, vejo um projeto de filhote com uns laços GRUDADOS na orelhinha. Branca e marronzinha. Peguei e não soltei mais. Minha mãe estava desconfiada de que aquela cachorrinha tinha alguma coisa de errado, pois o homem insistia tanto “olha, tem uma moça que vai querer ela, se você não levar. Ela foi até ali pegar o dinheiro…..” AHAM CLAUDIA. É lógico que eu sabia que era mentira, mas eu não soltei aquela bichinha por nada nesse mundo. Minha mãe não acreditava, haha. Dizia “Natália, vamos ver as outras…” ao que respondia “vai lá ver, mãe…enquanto isso, eu fico aqui com ela”. Minha mãe viu as outras barraquinhas, mas nada adiantou, como vocês podem ver, haha.

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De lhasa apso, Enriqueta não tem nem o fucinho, haha, mas ela é linda, carinhosa (quando quer), e antissocial quase sempre. Hoje, essa doidinha, completa 2 anos, e é claro que eu sinto falta do bafinho de leite, haha. Mas fico feliz por ela ter crescido forte e saudável, apesar de desengonçada, haha.

Toda vez que me dá um ataque de fofura, eu agarro ela e agradeço por ela ter me escolhido. <3

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Faz muito tempo que eu não pego na câmera, e muito tempo também que eu não fotografo a minha melhor modelo! Vocês já conhecem a minha vira-lata, né? Ela é a minha estrela no Instagram, hahaha!

Enriqueta

A Enriqueta vai fazer 2 anos, e eu a comprei numa feira de cachorros aqui perto de casa. Sempre tivemos cachorros aqui em casa, um vira lata de poodle com cocker, uma pastora alemã preta, uma cocker (que morreu com meses), e a nossa última foi a Melzinha, uma cocker que era do meu irmão, mas aconteceu alguma complicação que até hoje não sabemos direito o que foi, e morreu em Janeiro de 2010, com 8 anos só :(. Mas aqui em casa não conseguimos ficar sem cachorro, e em 2011 eu e minha mãe fomos à uma feira que tem aqui perto, onde vende “cachorros de raça”. Nós queríamos um cachorro de raça porque a intenção era deixá-lo dentro de casa, então teríamos que ter certeza que o cachorro seria de porte pequeno. Compramos a Enriqueta como lhasa apso, vejam só, e ela virou essa vira lata mais linda que eu conheço. Eu não fico nem um pouco arrependida de ter gasto o meu dinheiro  comprando-a, apenas penso que “sim, eu poderia ter adotado”, mas ela já teve alguns problemas na vista, e as patinhas dela são curtas, e o corpo comprido, o que a leva a ter algum problema de coluna. Fico feliz de ter gasto o meu dinheiro comprando ela do cara que me vendeu, porque, de repente, se tivesse sido outra pessoa, poderia ter largado ela na rua, ou ter devolvido para o cara e ter pego o dinheiro de volta. Que fim ela teria nisso tudo, não é mesmo?

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Enriqueta_4Já viram uma cachorra japa? Hahahaha 

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Hoje, a Enriqueta é minha. Eu cuido, dou comida, e os gastos dela são todos meus. Minha mãe não se conforma de ela deitar na minha cama, haha, mas é tão gostoso! <3

Falam que os cachorros são parecidos com os donos, e acredito que ela seja uma réplica fiel da minha personalidade (além de, às vezes, ter o olhinho puxado, hahaha!).

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