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Quando a gente está em algum relacionamento, tendemos a marcar certas músicas como as favoritas do casal, ou algumas músicas marcam certas situações da nossa vida. Hoje, ouvindo a lista do “Discover Weekly” do Spotify, começou a tocar Sinceramente do Cachorro Grande, e aquele sentimento invadiu meu coração e me trouxe lembranças de um 2006 cheio de expectativas e sonhos pro futuro.

Listo aqui algumas músicas que me fazem lembrar de situações ou de alguém que passou pela minha vida.

Sinceramente – Cachorro Grande

Como disse anteriormente, Sinceramente, me leva para o ano de 2006. O primeiro ano da faculdade, quando tudo era novidade e os sonhos ainda eram uma constante. Foi o ano que conheci o J também, e ele pode não lembrar, mas lembro que eu cantava essa música direto pra ele, haha.

No, Not Now – Hot Hot Heat

Outra música que me leva diretamente para 2006 e as idas e vindas pelo metrô.

The Swiss Army Romance – Dashboard Confessional

O ano devia ser 2003, e foi quando eu conheci o T. Conversávamos por horas pela internet. Naquela época a internet era discada, ou só depois da meia noite, ou de sábado após às 14h, haha. Ele que me apresentou DC, e me mandou um cover dessa música. Fico triste por ter perdido a canção. :/

Baquet – Bloc Party 

Sei lá, mas essa música me leva para 2007, por aí. Puta música boa.

Sentimental – Los Hermanos

2005. Não podia faltar Los Hermanos de jeito nenhum, porque ô banda que fez parte da minha adolescência. Tenho uma relação de ódio e amor agora, mas ouvi muito muito mesmo. O tanto que eu ouvi Sentimental no final do 3º colegial não é brincadeira.

QUEM É MAIS SENTIMENTAL QUE EEEEEEEEEEU? ♥

 

20140322_124619000_iOSRob Gordon me entenderia

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So.ro.ri.da.de 

  • mulheres que se reconhecem formando um grupo na luta pelo feminismo

Etimologia

Do latim medieval sororitas.

Semana passada, enquanto pegava o metrô – linha vermelha sentido Barra Funda 18:30 – me deparei com uma situação que, se prolongasse muito, eu iria intervir.

O metrô não estava cheio, mas não havia mais lugar para se sentar. Entrei e fiquei encostada na porta, e reparei numa moça que estava do outro lado, de frente pra mim. Do meu lado, assento preferencial, estava um senhor de terno, e ele falava sozinho. Podia ter problemas, como podia estar bêbado. De qualquer forma, fiquei em alerta. Chegando perto de uma estação, ele se levanta e vai em direção a essa moça, e fica falando algumas coisas difíceis de entender. Ela, super desconfortável, só falava para ele “ir pra lá”. O metrô parou, as portas se abriram, e o homem saiu, para alívio meu e dela. Porém, enquanto aquele homem estava lá, eu só observava e pensava o que iria fazer caso ele não fosse embora. Provavelmente, eu chegaria falando “Oi!! Quanto tempo!!! Vem aqui, me conta das novidades” e iria para um canto longe daquele senhor. O grande problema é que eu sou tímida, e teria que enfrentar essa timidez para ajudar a moça. Aplicar a tão sororidade que venho lendo nos últimos tempos. Talvez, se a moça desconhecesse o significado de sororidade, poderia me achar mais louca que o homem, ou ficaria feliz e me agradeceria.

Nunca saberemos.

Esse é só um caso, nem tão absurdo assim, do que acontece com as mulheres diariamente no mundo inteiro. Essas abordagens “despretensiosas” de homens que nós não demos liberdade nenhuma para serem assim. Eu me vejo lutando todo dia para que pequenas atitudes machistas se desconstruam, tanto da minha parte, quanto da parte daqueles que estão perto de mim. É um exercício diário e lhes garanto que a gente aprende bastante, e desconstrói muitos preconceitos enraizados que a gente nem imagina ser preconceito! Na boinha? É uma delícia ser feminista!

Precisamos sim do feminismo, precisamos que os homens entendam que não somos o quê/quem eles querem. Somos nós, mulheres, que somos o quê/quem quisermos ser.

Deixo aqui o link de um movimento que cada dia que passa cresce mais ainda. Vamos juntas não só pela luta do feminismo, mas juntas por essas ruas escuras, táxis sozinhas, metrôs lotados ou ônibus vazios. Se não ajudarmos umas as outras, quem é que vai? <3

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Levar um fora dói, e levar um unmatch no Tinder também dói. Principalmente aqueles sem nenhuma explicação.

Teve esse cara que eu chamo de bonitinho das fotos legais. Deu match a primeira vez. Ninguém falou nada. Ok, tudo bem. Depois de um tempo, passando os carinhas, vejo ele de novo “opa, mas já não tinha dado match antes?”. Dei like, deu match. Resolvi falar. “Olá, acho que já nos esbarramos por aqui ;)”. Depois de algumas horas: UNMATCH. WTF?

Fiquei putíssima, porque ô cara babaca.

Novamente, passando os carinhas, ele DE NOVO. Like de novo. Match de novo. Mas dessa vez, quem deu o unmatch FUI EU. Parece que o jogo virou, não foi kiridinho? ;)

#winners #girlpower #fuckyeah

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Ultimamente tenho postado algumas selfies no Instagram. Coisa que eu não fazia há algum tempo. E cada vez que eu posto uma selfie, umas 2 pessoas param de me seguir. Ok, gente, entendi, desculpa ser maravilhosa desse jeito, mas também não precisam ficar ofendidos (risos).

Há uns 2 anos eu tive uma crise muito feia de espinhas. Foi quando eu parei com o AC e comecei um tratamento de florais. Uma coisa não tem nada a ver com a outra, mas eu estava numa fase tão bosta da minha vida, que eu achava que precisava de uma purificação da alma.

Tomei os florais  por 1 mês, com acompanhamento de uma terapeuta holística. Eles eram de purificação, limpeza e mais um que eu não lembro. A terapeuta me avisou que eu poderia ter alguns efeitos, como dor de barriga ou garganta, porque eu estava limpando o corpo das impurezas. Eu estava torcendo para me dar piriri, porque né. Porém, como aqui é tudo uma bagunça, a crise que me acometeu foi de espinhas. Nem ela esperava por essa! Meu rosto ficou mega oleoso e cheio de espinhas. Minha testa, minhas bochechas, meu queixo. TUDO. Não vou postar fotos aqui, porque ninguém merece, mas era um caso sério. A crise de espinhas não tinha ligação com o fato de eu ter parado de tomar AC, porque eu nunca tive espinhas desse jeito in my entire life, haha, e tava tudo bem com os exames também. Então, sim, foram os florais. Tentei não ligar muito para a minha aparência naquela época, mas durante 2 anos eu fiz pouquíssimas fotos de mim mesma. Não rolava. Odiava meu cabelo, minha pele, minha aparência, tudo. Quase também não saía muito, e evitava um pouco as pessoas. Só quem era mais próximo mesmo via meu estado, haha. Fiquei assim por quase dois anos (o ano de 2013 – quando comecei o tratamento – e 2014), tanto que quase não tem foto minha da viagem à Espanha. Meu rosto ficou inchado por um bom tempo, provavelmente, devido às espinhas, e meu corte de cabelo não estava funcionando (não me adaptei ao curtinho).

Hoje estou bem melhor! Não é que eu me sinta linda, longe disso, mas já me sinto mais confortável em fazer e postar selfies, que na minha época de fotolog.net, se chamava egoshot, mas tudo bem, hahaha. Então, vai ter selfie, vai ter selfie pra cacete, vai ter selfie até eu me sentir linda, gostosa e maravilhosa (risos eternos). Alternarei com algumas fotos de bichinhos no meio também, fiquem tranquilos. :)

Haters gonna hate <3

SELFIE

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Se tem uma coisa que eu odeio quando acontece é quando minha cabeça se enche de pensamentos obsessivos, seja por algo ou por alguém. Quando isso acontece, tudo pára e a insonia vem, e eu acho que sempre vou morrer de véspera. A energia que é gasta com isso é absurda e eu tô tentando controlar da melhor maneira: meditação. Não que funcione, porque a única coisa que eu faço é tentar prestar atenção na minha respiração e nos barulhos ao meu redor, mas é o que tem de solução prática.

Acho que eu devia tar aprendido algo com tantos anos sofrendo por isso mas, na verdade, é que a gente nunca deixa de ser trouxa, não é mesmo?

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