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Arquivo mensal: dezembro 2015

…quem se soltar, da vida irá gostar, e a vida vai gostar de volta em dobro

Todo mundo reclamando nas redes sociais de como 2015 foi um ano ruim. Olhando uma geralzona, 2015, pra mim, não foi ruim não.

Lógico que teve momentos péssimos, mas quero falar das coisas boas.

2015 foi o ano das selfies e de como eu me senti bem comigo mesma como há tempos não sentia. Foi o ano de uma tatuagem nova. Um ano de muitos bichos na minha vida. 2015 foi o ano de fazer as pazes com o coração. De deixar ir embora MESMO tudo aquilo que me fazia mal. 2015 foi o ano de gostar do meu cabelo, do meu sorriso, das minhas loucuras. 2015 foi um ano de beijos bons. Abraços e carinhos gostosos. Foi um ano que eu voltei a ver novela, a gostar de Justin Bieber e Ludmilla. 2015 foi um ano “quem diria”. Foi o ano das sangrias, de amizades novas, de manter as antigas, de sair com as amigas. Foi o ano de me apaixonar. De Tiago Iorc. De coincidências. De algumas noites e madrugadas. De poucas mensagens, mas de muitas conversas imaginárias. De signos e mapa astral. (E, analisando nossos mapas, eu diria: vamo continuá se beijano)

2015 foi ano da melhor amiga viver a sua aventura. 2015 foi um ano de saudade, mas também de alegria por saber que ela vive a melhor época de sua vida.

2015 foi ano do feminismo, de entender melhor, de me aprofundar mais no assunto, de responder com “sim” à pergunta “você é feminista, né Ná?”.

2015 foi um ano bom. Obrigada!

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Não que alguém se importe, mas queria falar um pouco sobre o porquê que eu não tenho mais usado o Snapchat. Caso você ainda não tenha percebido, eu deixei de usar essa rede social há algum tempo, uns 2 meses mais ou menos. Mas, vou começar pelo começo.

Quando o Snapchat surgiu, eu nem liguei muito, porque “ai meu deus, mais uma rede social para ser ignorada pelo crush”, hehe, mentira, mas era o sentimento de “ai meu deus, mais uma rede social”. Então eu demorei muito para baixar e, quando comecei a usar o que eu temia aconteceu: fiquei viciada. Tudo o que eu fazia eu tinha que postar no Snapchat, as minhas opiniões (nada embasadas), os meus bichos, os meus pratos de comida e etc. Com qual intuito mesmo? Nenhum. Apenas porque eu estava viciada. Passava cerca de 20~30 minutos olhando o que os meus amigos postavam, e não acho que seja uma perda de tempo, mas eu estava deixando outras coisas de lado para poder olhar o Snapchat, por exemplo, os blogs. Não estava sabendo lidar de forma alguma.

Percebi também o quão nostálgica eu sou. Gosto de olhar o que aconteceu na minha vida, lembrar de como eu era, saber o que tinha acontecido em tal época e, com o Snapchat, isso não é possível, não é mesmo? Muitas vezes eu salvava as fotos dos meus bichos, minhas selfies (sdds filtros), e alguns vídeos que eu fazia, então, qual o sentido?! Larguei. Me senti melhor, mais feliz e independente? Não. Mas percebi que eu não sou dessas que querem que as coisas durem apenas 24 horas. :)

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