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Arquivo mensal: novembro 2015

Hoje foi um dia nostálgico na internet brasileira. No caso, na minha internet. Não lembro como, me deparei com um print que eu tenho da minha página inicial do Orkut e, aproveitando a ocasião de #ThrowBackThursday, levei pro Facebook a imagem, porque me auto zuar é meu passatempo favorito! Na minha descrição, eu dizia que se a pessoa quisesse ver mais fotos, para ir no fotolog, que devia estar em um link clicável algumas informações abaixo da descrição. Não vou deixar o link aqui, porque tá fácil de procurar e, se vocês quiserem me deixar orgulhosa, é só stalkear!

Daí que tem essa notícia falando que muitos brasileiros querem que o Fotolog tire o servidor do ar, porque eles não conseguem acessar suas contas para apagar todas as fotos (constrangedoras). Tem um caso do rapaz que é, realmente, bem ruim, mas no geral, a galera só tá incomodada com aquela foto tosca e a legenda cafona.

Gente, deixem o fotolog em paz, plmdds. É a única rede que eu tenho para lembrar da Natália de 10/11 anos atrás, quando eu vestia meia arrastão, cinto de rebites, usava colar de bolinhas e laço de cetim no cabelinho curto com franjinha. Muitas vezes eu me esqueço dessa garota, e quando eu lembro é de lá que eu tiro a maioria das lembranças. O fotolog foi incrível na minha adolescência, e eu não quero me desapegar. Tem o colégio, tem a viagem de Floripa, tem ex namorados, tem amigos, tem um monte de coisa que me deixa, realmente, feliz.

Eu sou uma pessoa nostálgica e tirar o servidor com todas as fotos, legendas e comentários, vai ser como quebrar meu coração mais um pouquinho, e isso o Google já fez questão de fazer ao tirar o reader da minha vida.

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Mas no fundo o que vc queria era ser o parzinho do moço que apareceu, há essa esperança de que as coisas se normalizem e ele veja que vocês têm coisas em comum e podem ser felizes juntos.

Alguém uma vez me disse que eu era muito romântica. Diante dessa afirmação eu só pensei que meu coração não ficou peludo como eu pensava que estava. De fato, eu continuo romântica e continuo acreditando no amor. Se eu não acreditar, quem é que vai?

Eu achava que a gente se apaixonava pra valer 1x na vida apenas. Eu era romântica a esse ponto. Mas percebi que estava totalmente errada. Fiquei iludida nesse pensamento por muito tempo, é verdade, mas não é bem assim que funciona. Continuo romântica, continuo querendo ser o parzinho de alguém, principalmente, se esse alguém me traz uma confortável sensação de ser feliz.

Percebi que faz tempo que eu não posto nada aqui, justamente, porque talvez eu não saiba exatamente o que esteja acontecendo. Eu não bloguei sobre você e não sei se eu ainda vou blogar, mas não quero deixar em branco esses dias de sentimentos intensos que faz tempo que eu não sentia. “Se quiser ir vai, mas seja racional”, e uma coisa que eu não sei é ser racional. Já tentei uma vez na minha vida tentar ser racional e não me envolver, mas obviamente não deu certo. E está dando certo novamente? Claro que não. É certo que eu queria ser o seu parzinho, ouvir as suas músicas, suas ideias, rir das suas piadas, e é excitante ver a sua empolgação com as coisas! Temos as nossas diferenças, mas hoje, o que me cativa mais são as diferenças do que a coisas que podemos ter em comum.

Não foi você que bagunçou as coisas aqui dentro, mas eu que não sei lidar!

Vivemos tempos de loucos amores, só é feliz quem sabe o que quer! ;)

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