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Arquivo mensal: abril 2013

Eu gosto muito de livros, mas não sigo nenhum canal literário. Mas eu vi essa TAG em alguns blogs que leio e fiquei com vontade de fazer também. Foi uma experiência divertira, porém super bagunceira, porque meus livros ficaram todos espalhados pelo quarto, e a chavinha Monica Geller da organização estava apitando loucamente, haha.

Fiz o vídeo e espero que gostem. Na verdade, eu não espero nada não, mas achei divertido fazer. Hahaha

Não taggei ninguém e esqueci de falar isso no vídeo, mas é aquela coisa: fazquemqué! ;)

Os créditos para quem criou e traduziu a tag está lá no youtube, mas reproduzo aqui embaixo:

Original: https://www.youtube.com/watch?v=PyjzwQXMyRc
Tradução: http://www.youtube.com/watch?v=BJoM0ZEW60I

UPDATE:

Gente, eu esqueci de falar tanto no vídeo, quanto aqui no post, onde foi que eu vi a TAG. Duh. Só me dei conta depois que vi o vídeo da Lari, hehe.

Vi primeiro no blog da Mel, e depois vi os vídeos da Anna, IrenaGabi Couth e Tatiana. Acho muito válido vocês verem também os vídeos delas! :)

Não que eu seja, realmente, chefe de alguém, mas eu lido com funcionários e peço a eles que façam algumas coisas. Percebi que eu sou uma pessoa chata. Muito chata. Acho que os funcionários devem falar mal de mim, depois no Happy Hour no Bar da Linguiça.

Acho que o que me faz ser chata, é a decepção que já tive com tantas pessoas que julgavam ser/terem um bom caráter, e a partir de então, eu não acredito em mais nada do que me falam.

“Eu visto a camisa por essa empresa”. Mas isso é o mínimo do que se é esperado quando contratamos alguém, não é? Se você quis vir trabalhar na minha empresa é porque, no mínimo, você gosta e se simpatiza com ela. A fábrica tem um ambiente familiar, muito familiar, eu diria. Mas a gente também tem muitos conflitos que são difíceis serem resolvidos numa reunião (familiar). Gerações acabam se cruzando nesse embate, e o que antes era viável, hoje, torna-se totalmente sem noção e despreparado diante do mercado que se estende na frente da gente.

Eu aprendo diariamente como uma empresa funciona, e entendo também que nenhuma delas funciona direito, como devem funcionar. Esse ano, faremos 10 anos, e queria saber em qual patamar do gráfico estamos. Mas de uma coisa eu tenho certeza, depois de tantos tapas, puxões de orelha, trancos e barrancos, eu me orgulho de trabalhar onde trabalho, mesmo sendo um negócio que dure somente a minha geração.

Eu não sou muito fã dessas festas em buffets infantis, onde tem mil e uma brincadeiras e uma decoração meia boca. Sei lá, eu gosto dessa coisa mais caseira e uma festinha pequena. Hoje, o aniversário foi das gêmeas dessa família, e minha tia resolveu montar uma mesinha super caprichada. Queria ter tirado mais fotos para mostrar melhor, mas essas foram o que eu consegui hoje, haha. Estou num relacionamento meio complicado com a minha câmera fotográfica. :P

festa_8Lembrancinhas: palha italiana enfeitadas com tutu de bailarinas 

festa_6 festa_1O bolo maravilhoso de gostoso da tia Angela

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Bonequinhas com os as letras dos nomes das duas que a irmã da minha tia fez. Um amor!! <3

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Para mim, nada mais gostoso e especial do que tudo feito com tanto carinho e amor. Eu queria ter a criatividade + coordenação + talento para fazer coisinhas lindas como essas! Enquanto ainda não adquiro tais habilidades, fico só nos registros fotográficos mesmo (e mesmo assim, ainda meio meia boca, hahaha).

fotorepetidas :P

Dashboard

Eu conheci Dashboard com 15 anos quando um amigo meu, que eu conhecia só pela internet, mandou para mim uma versão de Swiss Army Romance em que ele tocava e cantava. Acho que foi a primeira vez que eu ouvi a sua voz, e serei sincera, não era uma das melhores, haha. Mas a música era linda, e se tornou a minha preferida da banda.

Dashboard Confessional é uma banda emocore, que fala de corações partidos e decepções amorosas. Não sei se vocês sabem, mas eu sou uma expert no combo coração partido + decepção amorosa. Eu poderia ter dedicado algumas músicas da banda para algumas pessoas, mas o mais incrível é que: não o fiz. Deixei Dashboard só para mim, sem ligar o nome de alguém a alguma música e, dessa forma, a banda se tornou só minha e de mais ninguém. Músicas foram estragadas? Não do Dashboard.

Acho que eu nunca imaginava que um dia, o Chris Carrabba viria tocar aqui em São Paulo, eu achava até que a banda não existia mais, mas eles têm algumas músicas novas. Estava com receio de não conhecer nenhuma música, mas o setlist estava cheio de coisa antiguinha também. Não faltou nenhuma das minhas preferidas.

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O show foi lindo demais. Um acústico de um cara só. Durante o show eu senti falta de uma bateriazinha, mas depois que ele tirou a camisa, tudo mudou, hahaha. Chris Carrabba tem uma presença de palo que é incrível, contagia e faz as músicas se tornarem sentimentos reais.

Esse sábado foi um dia feliz. E era eu e Chris Carrabba cantando a plenos pulmões “We’re not twenty one, but the sooner we are, the sooner the fun will begin”. Os 21 já vieram, e a diversão sempre está para começar.

P.s. Fotos feitas com a La Sardina + flash e o filme foi o Superia Xtra 400.