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Arquivo mensal: agosto 2012

Acho que a primeira vez que assisti Beginners foi ano passado, e não lembro como foi que conheci, porque esse filme não passou no cinema nem foi tão divulgado assim. Mas quando eu assisti foi amor ao primeiro play. Entrou para a lista dos meus favoritos e é um filme lindo lindo lindo!

A história pode ser meio confusa, porque é contada em 3 tempos diferentes. A infância de Oliver, vivido pelo Ewan McGregor, sua vida adulta enquanto cuida de seu pai doente, e o seu presente, após a morte de seu pai.

O filme fala sobre relacionamentos. O pai de Oliver, Hal, vivido pelo Christopher Plummer e ganhador do Oscar desse ano de melhor ator coadjuvante por esse filme,  sempre soube que era gay, mas na época em que se casou,  em 1955, todos diziam que isso era uma doença, e que a cura estava por vir. Casou-se, então, com a mãe de Oliver, Georgia, e viveu uma vida frustrada até a morte dela. Com 75 anos, Hal revela para o mundo, e para seu filho, que é gay, e vai em busca de seu par romântico. Encontra um rapaz muito mais jovem e um pouco maluco, Andy, vivido pelo médico bonitão de E.R Goran Visnjic, e vive uma relação de amor a qual não havia vivido em 44 anos de casamento.

Toda essa busca pelo amor e pelo “tempo perdido”, faz Oliver repensar muito sobre sua vida, suas atitudes e caminhos. Ele é uma pessoa sozinha, que vive sozinho e que passou alguns anos da sua vida cuidando de seu pai doente. Com a morte de Hal, Oliver meio que fica sem rumo, até ir numa festa a fantasia e conhecer Anna, protagonizada pela belíssima Mélanie Laurrent. Os dois vivem uma história complicada, mas muito cheia de amor e sempre com a companhia do fofíssimo Jack Russell, Arthur, que era de Hal e, após sua morte, vive com Oliver.

Aliás, a história com Arthur é uma outra dose de fofura. O cachorro não gosta de ficar sozinho, e Oliver não aguenta o ver chorando, então o leva para todos os lugares que ele vai. Eles conversam, e o cachorro diz que só entende até 150 palavras, hahaha. Coisa fofa demais!

Beginners é recomendado para uma noite agradável, com pipoca e coca-cola. É um filme que vai te fazer pensar em várias coisas sobre os seus relacionamentos também, e, com certeza, vai te fazer suspirar pelos dois aqui embaixo:

Em 24 anos de vida, essa foi a minha terceira Bienal. A primeira, eu tinha 8 anos, e quem me levou foi a minha irmã. Eu lembro bem dessa Bienal, porque foi quando eu peguei o autógrafo da Angélica numa agenda dela que minha mãe tinha comprado na Feira. Daí que ficamos umas 2 horas na fila para que eu tivesse meu autógrafo, e eu não sei onde foi parar! :/

Essa Bienal também foi importante, porque fizemos um livro o qual eu participava da história, hahaha. Ele é muito legal. Eu escolhi a história da Branca de Neve, não que seja a minha história preferida, mas gosto bastante. E nessa história da Branca de Neve eles incluíram meu nome e mais o nome de 2 ou 3 amigos que eu quis. Amor puro.

Aí na outra Bienal que eu fui, eu não me lembro muito bem, mas lembro que fui com as minhas primas, porque era lá no Pavilhão da Imigrantes (longe e tal), e eu só lembro que eu fui com elas, porque lembro da sessão de autógrafos da Lygia Fagundes Telles, e foi lá que eu conheci essa escritora, que minhas primas tanto adoram.

E teve a Bienal desse ano, que eu fiquei animadíssima para ir (não sei por quê), hahaha. Fiz uma lista dos livros que queria comprar, e da lista eu não achei 4 de 6. Segue a lista:

  • Conversas com Woody Allen
  • Quentin Tarantino – Arquivos de um Fanático por Cinema
  • Bordados
  • Persépolis
  • Alta Fidelidade
  • Trainspotting

Bom, Conversas com Woody Allen, Bordados e Persépolis, eu não procurei muito. Agora Alta Fidelidade não encontrei em nenhum lugar, principalmente no stand da Rocco (sua editora), mas achei Trainspotting e já me dei por satisfeita, quer dizer.

Essa lista foi só a lista dos livros que queria encontrar na Bienal. Pequena, certo? Comedida e tal. Mas eu não consegui me controlar. Os preços são bons quando você compra em quantidade, porque quantos mais livros você compra num stand, mais desconto você tem e por aí vai.

No stand da Leya, meu estrago não foi tanto, e eu comprei 4 biografias! Por aí tive uma ideia do quanto é legal você deixar para comprar os livros de biografias na Bienal. hahaha O livro Panelinha da Rita Lobo estava com 40% de desconto no stand do Senac, e claro que fui no embalo. A Rita Lobo estaria naquele sábado autografando o livro, mas meh, preguiça. Daí aproveitei e comprei também os livros da Ladurée que são lindos! <3

Mas eu percebi que a editora que eu gosto mais é a Intrínseca. Fui burra e fiz a besteira de comprar vários livros da editora umas duas semanas antes, quando me deu um surto e levei “A Culpa é das Estrelas” , “Resposta Certa” e “A Parisiense”. Se eu tivesse esperado a Bienal, teria além de desconto alguns brindes, como sacolas e bottons! Fuén.

Gostei bastante do passeio. Eu adoro livros, apesar de demorar séculos para terminar a leitura de um. Acho que esse é um passeio que você tem que fazer, caso tenha a oportunidade. A entrada é barata R$ 12,00 adulto, R$ 6,00 estudante, e pessoas com mais de 60 anos e crianças até 12 anos não pagam, o que pesa no bolso é o estacionamento, R$ 30,00, mas é meio complicado sair de uma Bienal, carregada de sacolas pesadas e ainda ter que enfrentar o metrô. Bora lá terminar essas leituras e me preparar para a próxima! Hahaha

Sei lá, parece que a Lanchonete da Cidade está sendo o meu reduto de gordices ultimamente. O mais engraçado de tudo é que não estou indo lá para comer os hamburgueres, estou indo mais pelas batatinhas fritas e os milk shakes! Noms.

Ando com uma vontade louca de tomar milk shake. Das últimas vezes que fui para lá pedi um milk shake de gianduía e o de ovomaltine batido. Eu prefiro o de gianduía, quem não ama gianduía? <3

Falei em um monte de lugar que estou em crise com as minhas fotos. Nesse sábado, saí com as meninas para ir até o evento da Adote Um Gatinho, na Wonder, e as únicas fotos que fiz foram na lanchonete. Sei lá o que acontece comigo que às vezes me bate um desânimo tão grande, e eu não tenho vontade de fotografar nada, entretanto, quando estava na lanchonete eu comecei a brincar muito com a câmera e fiquei meio puta comigo porque não fiz isso antes. Loucurinhas de Natália, vai entender.

No começo desse ano eu até que estava saindo bastante. Quase todo final de semana, mas essa vida não é para mim não. Agora estou mais quieta em casa e terminando os projetos da Panamericana. Até esse momento acho que não teve nenhuma balada que eu disse “que terrível! Quero ir embora”. Ontem, shareei essa imagem no Facebook e taggei nada mais, nada menos que a minha melhor amiga em aventuras furadas: a Lari. Fizemos um TOP 3 das baladas fiasco que frequentamos ano passado e são elas:

3. Tiger Robocop 90 a Fantasia

Foi a nossa primeira Tiger. Sempre tive vontade de ir nessa balada por conta das músicas dos anos 90 e etc, daí que calhou de essa ser a fantasia. Fomos fantasiadas? Não. Temos preguiça de festas a fantasia. Para você ter uma ideia da minha preguiça, a Cásper tem a Pororoca Louca (a melhor festa da Cásper, diga-se de passagem), e nas duas que eu fui não me fantasiei de nada. Eu sei, sou muito chata, né? Mas gente, desculpa, não vou gastar tempo e dinheiro correndo atrás de coisas para fantasia, principalmente em alugar uma. Daí que eu visto uma roupa whatever e sei lá. Nessa da Tiger eu disse que estava de hipster, só faltou a Diana Mini para completar o look. HAHAHA

Eu de hipster

Mas então, porque essa Tiger é o número 3 da nossa lista? Porque 1 – era a fantasia, 2 – as pessoas, realmente, se fantasiavam, se maquiavam e incorporavam o personagem e 3- o fotógrafo. PÁÁÁÁÁÁÁ na sua cara, não importa como você estivesse. Coisa lindja. Ah, sem contar que recebi uma ligação no meio da festa que olha…

2. Cover dos Strokes no Beco

Eu amo Strokes, todo mundo sabe, e essa banda cover até que é boa, mas serei sincera, não lembro muito bem dessa balada. O que eu mais lembro era que estava bodiada e com sono e que tinha uma groupie louca do guitarrista da banda que olhava com uma cara de “quero dar” para ele, sem contar que ela não sabia nenhuma música, essa foi a melhor diversão! O resto? Não lembro.

1. Neu

Minhanossasenhora! A única vez que fomos para Neu foi memorável e fiasquenta! Acho que fomos numa sexta-feira, que é quando a balada é boa (dizem), mas gente do céu. Não sei nem como sobrevivemos aquele dia! A casa não estava cheia, e poxa, o ambiente é bacaninha, mas cada gente estranha, cada cara esquisito, cada música que eu nunca tinha ouvido na vida! Só não fomos embora logo porque tínhamos que esperar o metrô abrir, mas agora fiquei me perguntando, por que diabos não fomos pra Alley? Pelo menos ficou pra história como o número 1 das baladas fiasco e risadas garantidas sempre que lembramos! Hahahahaha

Faz tempo que não saio mais, e confesso que até estou com vontade de ~tamborilar os cambitos~ hahahaha. Não vejo a hora de me ver livre dos compromissos para poder ~cair na night~ e ter mais histórias para guardar junto com a minha fiel companheira de aventuras! Hahahaha

A nossa cabeça é a nossa maior inimiga. Você está bem, fazendo suas coisas, controlando as despesas, ajeitando os dias e os projetos. Aí ok, cabô tudo o que tinha que fazer e você se pega pensando em alguma coisa. Não, não é sobre o almoço, não é sobre a próxima viagem, não é sobre algo que te faça bem. Você começa a pensar em coisas erradas, em pessoas erradas, em situações erradas. Erradas porque muitas vezes essas coisas, pessoas e situações não fazem mais parte da sua vida, não fazem mais sentido, ou é seu passado, ou é a sua ferida. A gente tem a mania de ficar cutucando, tirando o machucadinho do coração para que fique exposto novamente, e aí que entram as “vibes erradas”. Agora mesmo, estou sem fazer muita coisa, e comecei a pensar em coisas que não devia. Cogitei até em dar uma stalkeadinha, mas parei e pensei: para quê? Para saber que ninguém mais sente minha falta e a vida corre assim como a minha está correndo?! Não é necessário, não é preciso, não é sensato e nem saudável.

Fico orgulhosinha de mim quando me pego sendo racional desse jeito, nunca pensei que um dia seria, mas a gente aprende tanta coisa nessas idas de “vibe errada”, que uma hora a gente aprende que temos que ter o controle sobre nós mesmas.

Rally Lomográfico

2 Encontro Lomogracinha

Hoje faz 8 meses de Lomogracinha e ontem alcançamos os 9000 likes no Facebook! Não utilizamos de nenhum recurso a não ser o boca-a-boca para que o Blog crescesse assim. Dá um orgulhinho tão grande  de ver o Blog se desenvolvendo. Nenhuma de nós é expert em fotografia, principalmente, em lomografia. A gente começou com o Blog para contar mesmo os desastres e os sucessos dos nossos filmes, além das experiências fotográficas digitais, lugares que visitamos, coisas que vimos por aí.

O Lomogracinha é parte viva de mim. Depois dele que eu comecei a usar minha Diana Mini e adquirir mais e mais câmeras por aí, que não ficam no armário pegando poeira. Sem contar das amizades que fiz por causa desse Blog e da minha amizade com a Larissa que só se fortaleceu. :’)

É um exercício diário de buscar referências e coisas interessantes para postar, de ter ideias de posts legais e escrever coisas bacanas. Espero que a gente só cresça, mas que nunca deixemos de ser o que somos, e o propósito do Blog nunca deixe de ser o que é. Espero também que possam vir coisas muito boas e ótimas parcerias, que possamos conhecer e nos envolver cada vez mais com esse mundo pelo qual somos tão fascinadas! :)

Acapulco

Obrigada Lari pela ideia, obrigada Jules pela força sempre.
Amo vocês! :*

Eu já falei dos autorais alguns posts atrás, e acho que estou mais tranquila em relação a isso agora. As ideias vieram em momentos que eu estava fotografando, e eu gosto muito dessas ideias. Claro que ainda tenho que fazer mais e mais e mais, clicar sempre é o recomendado. Tenho um plano traçado e espero que tudo saia como o planejado, senão, mifuuuu!

Sobre Duas Rodas*

Alguns planos tiveram que ser abortados, se rolar de fazer um autoral com Lomo, ótimo! Até porque, queria ter algo que representasse todo esse ano nos meus Projetos Autorais, e como eu podia deixar de fora algo relacionado ao Lomogracinha, né? Mãs, eu contava com o laboratório aqui perto de casa, onde a revelação + digitalização saía R$ 10,00 e ficava pronto em 1 semana, no máximo. Ok, se a máquina de revelação não tivesse quebrado há 3 semanas, e meu filme da La Sardina não tivesse demorado tanto para ser revelado. Não posso lidar com essa inconstância agora, por isso que  bolei um outro projeto para fazer parte dos meus autorais oficiais.

Não Lugares Urbanos

Eu estava com a ideia de fazer auto retratos, mas precisava de alguém que manjasse muito bem de maquiagem, e tivesse disponibilidade de tempo. Infelizmente essa é outra coisa que eu não vou poder contar, até porque não quero atrapalhar quem também tem projetos para se preocupar. Já tenho o “Somos Instantes” que demanda de mais carinho e cuidado. Esse é um Projeto que está dando um trabalhão e, provavelmente, um dos que eu não irei parar. Os outros dois são mais tranquilos e corriqueiros. É só point and shoot, um tipo de trabalho que eu também gosto bastante.

Somos Instantes

Meu professor não recomenda que eu coloque as fotos antes que os Projetos tenham terminados. Eu até concordo, mas preciso de algo para ilustrar o post, não? haha

*Ainda não me decidi sobre o título desse autoral.