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Arquivo mensal: dezembro 2011


2012, chega facinho, seu lindo. Não se acanhe, não tenha medo, eu não mordo a menos que queira. Eu sei, eu sei que estou rabugenta demais para te receber de braços abertos, mas eu te garanto que não vai ser assim quando você vier. Não, não! Te prometo fazer um bem tão grande que você não vai querer ir embora tão cedo. Vai demooorar pra passar e vai ser bom. E quando você for, vou te encher de beijos, abraços e amor, e te agradecer por ter sido lindo.

Mas para isso você tem que vir, né mesmo? Tá com vergonha ou o quê? Essas semanas te esperando parecem que foram intermináveis. Ainda estamos em dezembro de 2011! AINDA. Mas tudo bem, eu sei que logo você estará aqui brindando comigo minha taça de espumante, comendo o biscoitinho da sorte comprado na Liberdade, e rindo do que vem escrito no papelzinho.

Olha, não conte para 2011, mas ele já está indo tarde! Até tentei uma superstição de colocar atrás da porta uma vassoura, mas não deu certo. Veja bem, não é que eu não tenha gostado dele, mas é que simplesmente não aconteceu nada. Até agradeço por não ter acontecido nada, e a saúde ir bem, mas poderia ter tido algo BOM também. Nem o ensebado do Julian Casablancas para animar meu novembro, foi o suficiente.

Não sei, 2012, se eu estou crescendo e ficando exigente demais comigo, com os outros, com o mundo, mas não é assim que as coisas acontecem? Conforme crescemos e as responsabilidades são outras, esperamos dos outros – e do mundo – outras coisas também? Enfim.

Eu só sei que estou ansiosa para sua chegada – como fico quando todos os anos novos chegam. Vou arrumar a casa para você, e a casa estará cheia quando você vier! Olha só quanta responsa! Não me decepcione, que eu não te decepcionarei, combinado?

Um beijo, e até amanhã!

Com amor,
Natália
 

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Tudo começou quando dona Larissa resolveu comprar uma Diana F+. Ok, normal. Eu tenho a mini diana, ainda não estou muito bem acostumada com ela porque, bem…essa história eu deixo pro blog. :)

Daí a Lari comprou a tal da Diana e foi pesquisar coisas nas internets sobre lomo. Encontrou, mas difícil de entender. Termos técnicos demais, coisas que nós, leigas leigas leigas, não entendemos muito bem. Para dividir o conhecimento com o mundo, ela teve a brilhante ideia de fazer um blog e fez, e me chamou pra fazer parte, porque né…. hehe  <3

E, então surgiu o Lomogracinha. O blog que eu, ela e a Julie falamos sobre lomografia, e outras coisas relacionadas a esse fantástico mundo da captação de imagem. HOHO. E o mais louco de tudo: a Julie estudou no mesmo colégio que eu (eu desconfiava, mas não tinha certeza) e nós três somos piscianas. OLOCO. Quero nem ver o que vai sair disso aí! :)

Tá no comecinho mas tem posts super bacanas, com dicas de lugares para fotografar, para entender iso, obturador e diafragma, indicações de apps, as câmeras LOMO, e entender como os filmes funcionam. A gente vai tentar dar muitas dicas de promoções, além de sempre ter posts com coisas bacanas e divertidas! Tá legal, tá lindo, tá amor!  <3

Whatever happens tomorrow, we had today

“One Day” foi indicação da minha prima, que viu nas internets que era um novo filme da Anne Hathaway baseado num livro, escrito por  David Nichols – roteirista do filme também – e se interessou pela história. Eu, como boa pisciana, é claro que também me interessei e tratei de comprar logo o livro. Enrolei, claro, mas terminei antes de o filme estrear ~ nos cinemas~.

Lindo. Lindo. Lindo. Acho que gostei tanto por ter me identificado muito com a história, com a Emma, com o Dexter. Porque assim, querendo ou não, eu tive um Dexter na minha vida, só que…errr…mais babaca que o do livro, enfim.

O romance conta durante 20 anos a história de Dex e Em, a partir do dia que se conheceram, no último dia da faculdade, mais precisamente na formatura – 15 de julho de 1988. Eles não sabiam o que esperar do futuro, não tinham certeza se continuariam se vendo, se falando, ~ mantendo contato ~, mas viveram aquele dia, o dia de São Swithin, como se fosse o único dia que se veriam. Mas, como os romances só existem em livros, é claro que se telefonaram e construíram uma linda amizade ao longo dos anos. Encontravam-se todo dia 15 de Julho, mas se falavam sempre, por cartas lindamente escritas pela Emma, ou por telefonemas rápidos dados pelo Dexter. Tornaram-se melhores amigos, e lindos. Dex e Em, Em e Dex. Identifiquei-me não somente pela amizade dos dois, mas pelas frustrações, inseguranças, medo do futuro e de não saber se as coisas dariam certo ou não. Quem nunca, né mesmo?

Mas, a vida acontece, as pessoas mudam, ou não, amadurecem, ou não, e só percebemos quem, realmente, é importante para nossa vida depois de muito tempo, ou não haha. O livro, é claro, é bem mais intenso que o filme. Tem mais história, mais vida, mais caos, mais casos, mas menos choro…haha. Apesar disso, achei o filme lindo. Não dava para colocar os 20 anos detalhadamente em 1h30min de filme, mas achei que, para quem não leu o livro, talvez ficasse meio perdido no filme até entender, de fato, como o relacionamento dos dois funcionava. De qualquer forma, eu chorei horrores, desde o começo do filme, porque né… como alguém disse no fórum do filmow que, pelo fato de ter lido o livro, o contato com as personagens parece ser mais intenso, e é!

Eu amei One Day, eu amei o Jim Sturgess e estou apaixonada por ele. Quem não ficaria? Todo britânico, todo lindo, todo…todo…aiai. E Anne, apesar do sotaque um tico forçado, para mim, está fantástica. Tá linda. Tá amor!

Só tenho uma dica, se você assistiu Blue Valentine, odiou porque ficou mal por dias, não assista One Day, ou assista, vai que né…

Ah! E o livro saiu agora com a capa do filme, né, e eu não gosto muito de livros com capas de filme, mas essa tá linda, e eu quero! :B