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Arquivo mensal: setembro 2011

A Nikon perdeu uma enorme chance de ficar calada e de me decepcionar. Não sou team Nikon, team Canon, team Sony ou team o raio que o parta, eu sou team boas fotos.

A minha primeira câmera semi profissional foi uma Canon Rebel XTi. Brincava muito com ela, mesmo sem saber usar corretamente. Quando comecei o curso, esse ano, ainda usava minha Canon, mas ela já estava ultrapassada. Investi numa Nikon D90, porque acostumei a usar da minha irmã; hoje, penso em guardar mais grana pra comprar ou uma Canon 7D ou uma 5D Mark II (porque acho muito legal falar 5D  Mark II). Brincadeirinhas a parte, a Nikon fez um belo pronunciamento em sua página no facebook que dizia algo como: quem faz o fotógrafo é o equipamento que ele usa. Ou seja, as boas fotos não surgem do olhar inusitado do fotógrafo, mas de todo o equipamento que ele investe.

~WRONG~

Como diz aquela imagem que roda pelo tumblr “não é porque você comprou uma câmera profissional, que vai fazer de você um bom fotógrafo”. A fotografia está no olhar, está por trás das lentes, está em quem aperta o botãozinho de disparo, quem pensa na foto, monta a iluminação, enfim…
Seria hipocrisia dizer que uma câmera boa não faz diferença, é claro que faz, mas isso independe da marca que ela é. Não depende se eu tenho uma sony cybershot, uma nikon, uma canon, uma leica, ou uma toy camera. O que importa, no fim das contas, é o resultado disso tudo, a emoção que aquela foto vai me passar, o processo pelo qual ela foi construída.

Há diferenças entre as lentes Nikkor, Sigma, Carl Zeiss, Canon… mas eu também posso fazer um bom estrago (no bom sentido), com qualquer uma dessas lentes. A minha criatividade e competência não depende somente do equipamento que eu uso.

Ah, Nikon, não cometa mais esse erro novamente.

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Assim, não é que eu goste das coisas “pseudo”, mas é que não ficou com o formato de um croissant, porém, a crocância da massa folhada é igualzinha a de um.

Como eu sou preguiçosa, não fiz a massa (e eu trabalho numa fábrica de congelados desse tipo, croissant, folhados, pão de batata, etc). A nossa massa é fermentada, o que aqui, no caso, não é preciso porque eu não quero que o ~pseudo croissant~ cresça.

Há um tempo, eu comprei uma massa folhada no supermercado, porque queria  fazer uma torta, mas…bem…não fiz. A massa já estava pra vencer, então eu vi essa receita e resolvi adaptar. Haha

Ingredientes:

– massa folhada pronta
– bananas cortadas na metade
– nutella

Modo de preparo:

Descongele a massa folhada como indicado no pacote (a minha levou cerca de 2h em temperatura ambiente). Corte ela em pequenas tiras (a minha deu cerca de 10 tirinhas e varia de acordo com o tamanho que você quer). Abra a tira da massa com um rolo de macarrão (eu usei uma garrafa de cerveja, porque né, não tenho rolo de macarrão ainda), passe uma camada generosa de nutella, coloque a metade da banana no comecinho da massa, passe outra camada de nutella na banana e enrole na massa folhada. Coloque numa fôrma (não é necessário untar), e põe para assar de acordo como indicado no pacotinho da massa.
Sirva quente e com o sorvete da sua preferência. omnomnom :)

E acontece o seguinte: os meninos são legais, mas eu não tô numa fase de pegação. Pois bem, mas parece que eles não entendem, e só porque eu não ~estou nessa fase~ eles se esquecem de mim, param de falar comigo, de conversar, de dar risadas, de contar piadas, de me chamar pras baladas e coisas assim.

Olha, não é por nada, mas eu gostaria de ser amiga desses meninos, que são gente boa, gente bacana, do bem e dos rolês, mas parece que se não for pra me pegar, não querem nada comigo. Eu não sou uma pessoa legal pra ser amiga? É isso que eles querem “dizer”? Do tipo “se não for pra te pegar, não quero saber de você!”? Pff…

Tolos. Não sabem o que estão perdendo!

Era esse o nome dela.

Não a conheci. Ela morreu eu tinha cerca de 8 meses, e foi tão de repente, tão dolorido. Eu nunca tinha perguntado pra minha irmã, como é que foi no dia que ela se foi, talvez por saber que a dor que ela sentiu (e sente), eu não sinto assim tão fortemente, mas um dia desses perguntei e imaginei toda a cena, toda a dor, todo o choro, o grito e o desespero. Mas…eu só imaginei. De qualquer forma, eu sinto falta da minha vó, uma saudade que não se explica, uma saudade até apertada, até doída. Doída, talvez, por eu não ter tido a sorte que meus irmãos e meus primos tiveram, das reuniões na casa da vó, da vó dormindo em casa, da vó levando pra viajar (no caso, minha irmã), enfim. E…assim como ouço, eu imagino e sinto falta de algo que eu não vivi.

Minha vó foi criada pelos avós dela. Foi mãe de 6 filhos, trabalhou como datilógrafa, passou perrengues danados, foi amada, muito amada, e amou muito também, não duvido. Nas fotos que vejo, ela estava sempre feliz, sempre alegre, sempre linda com seu cabelinho branco azulado ou roxeado (haha)…ai dona Isaura, muito moderna pro seu tempo, muita vida em pouco tempo.