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Arquivo mensal: julho 2011

– Obrigada, Álvaro!
– Pode me chamar de Careca.
– haha…Obrigada, então, Careca! Até mais.

Me vi num episódio de Mulher de Fases. Careca, Cabelo, Major… esses seriam somente alguns dos pretendentes da Graça. E por que não, o Careca, não poderia ser um pretendente para mim? Olha que… fiquei imaginando uma situação hipotética, na qual eu e o Careca nos conheceríamos melhor, a gente sairia, se divertiria e o Careca seria uma pessoa excelente até…

Bem, até que aconteceria alguma coisa e eu não o queria mais na minha vida.  Como acontece com a Graça, que conhece vários caras, mas parece que nenhum serve. Mas também né, ela tem um encosto na vida dela chamado Gilberto, e eu…bem, eu tenho essa coisa  que não deixa que ninguém se aproxime. É tarde pra pedir socorro?

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Daí que no sábado eu comprei dois livros de Caio F. Quer dizer, um escrito por ele, e outro uma biografia feita pela Paula Dip. Sabe, as palavras de Cainho me ajudaram muito num período aí, e lê-las novamente sem a angústia do passado traz uma calma tão grande. Uma calma, veja bem, não uma paz. Sua escrita é atemporal, suas palavras servem de consolo e de conforto para os corações em constante pulsação prestes a explodir, daquelas de sentir o peito mexer e a respiração falhar. Conheci Caio F. pelo tumblr, assim como alguns outros escritores brasileiros, e não fiquei somente por ali. Se as palavras de Caio me deixaram esperançosa ou me acalmaram de uma certa forma, certamente elas mereciam um lugar especial na minha prateleira física e não somente na virtual.

"É que ele parece assim todo igual. Que nem chuva"