Midnight in Paris

Eu tinha que ir trocar uma bota que eu comprei na C&A no sábado passado e que no segundo dia de uso, já deu problema no zíper. Ótima oportunidade para ir ao shopping numa terça-feira. Aproveitei e fui ver o que estava passando de bom no cinemark do Center Norte e tcharam, para minha surpresa, estava lá, Midnight in Paris sessão das 21h. Só amor!

Troquei minha bota, comprei minha pipoca e coca cola e lá fui eu assistir a um Woody Allen no cinemark. Delícia porque o cinema não estava lotado, não enfrentei fila, fiquei num lugar agradabilíssimo e foi tudo ótimo. Ah, Woody, que saudade de te assistir no cinema!

Midnight in Paris é, sem dúvida, o melhor filme dessa safra “não nova iorquina”. A história, acho que todo mundo já sabe, ou se não sabe, imdb nelas! O elenco, como sempre, está sensacional (e não vejo a hora do outro filme, porque né, jesse <3).

O filme é genial. É um grande tributo à todos aqueles artistas que, certamente, influenciam Allen na sua vida e suas obras. Imagina se encontrar com Hemingway, Fitzgerald, Dalí, participar de uma festa em que Cole Porter está tocando? Acho que é o sonho de qualquer intelectualóide por aí. Mas além disso, esse filme foi um tapa na cara da Natália, porque eu, toda nostálgica, acho que essa época que vivo não é das melhores, que preferia ter vividoàs decadas de 60/70. Minha mãe me diz que eu não sou dessa época (2000), que sou antiga demais, que meu espírito é velho demais, que eu gosto das coisas da época dela (que ela nem gosta), enfim. Depois de assistir ao filme eu fiquei pensando: tem época mais genial do que agora? Vai ter época mais genial daqui pra frente? Gente, o que mais Steve Jobs pode inventar? Vai existir outro Mark Zuckerberg? Olha, posso gostar muito de muitas coisas do passado (arte, literatura, cinema, moda, objetos, etc), mas o mais sensacional de tudo é que eu posso conciliar tudo isso com o que vivo agora, porque a internet, pra mim, é vida (e você que é feio?). No filme, rola um momento “inception”, (ironia do destino Marion Cotillard participar dessa parte?) e a epifania de descobrir que ninguém está contente com o que está vivendo no momento. orly?

Para mim, Paris foi só um cenário. Não houve tanta importância para o filme assim, como seu pensei que seria. Se você espera ver Torre Eiffel e franceses com seus fla fle fli, foux da fafa, não vai encontrar nada disso. :)

Saí do filme leve, bem leve. Com vontade de devorar todos os livros que estão empoeirados na minha estante, de baixar todos os filmes que estão marcados na minha lista, e de verdade verdadeira, eu tenho que aproveitar este momento, porque eles são únicos e raros na minha vida. Fica o beijo pro Woody Allen que vai ser gênio assim na pqp.

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1 comentário
  1. legal, bom saber. tenho uma birra pré-histórica com woody allen, mas né? nunca se sabe. aquele “vicky cristina” etc. eu amei… vai que. mas tô enrolando, só vim comentar pq achei que a sua foto do perfil parece cena de filme. falay. bêjo.
    (KKK, adoro rodeios)

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