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Arquivo mensal: junho 2011

Sábado passado eu falei pra minha mãe:

– Vou ao shopping hoje comprar um oxford florido, vamos?

30 minutos depois, minha mãe fala pra minha tia:

– Vou ao shopping com a Natália, porque ela quer comprar um óculos de flor.

Tá aí o óculos de flor:

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Eu tinha que ir trocar uma bota que eu comprei na C&A no sábado passado e que no segundo dia de uso, já deu problema no zíper. Ótima oportunidade para ir ao shopping numa terça-feira. Aproveitei e fui ver o que estava passando de bom no cinemark do Center Norte e tcharam, para minha surpresa, estava lá, Midnight in Paris sessão das 21h. Só amor!

Troquei minha bota, comprei minha pipoca e coca cola e lá fui eu assistir a um Woody Allen no cinemark. Delícia porque o cinema não estava lotado, não enfrentei fila, fiquei num lugar agradabilíssimo e foi tudo ótimo. Ah, Woody, que saudade de te assistir no cinema!

Midnight in Paris é, sem dúvida, o melhor filme dessa safra “não nova iorquina”. A história, acho que todo mundo já sabe, ou se não sabe, imdb nelas! O elenco, como sempre, está sensacional (e não vejo a hora do outro filme, porque né, jesse <3).

O filme é genial. É um grande tributo à todos aqueles artistas que, certamente, influenciam Allen na sua vida e suas obras. Imagina se encontrar com Hemingway, Fitzgerald, Dalí, participar de uma festa em que Cole Porter está tocando? Acho que é o sonho de qualquer intelectualóide por aí. Mas além disso, esse filme foi um tapa na cara da Natália, porque eu, toda nostálgica, acho que essa época que vivo não é das melhores, que preferia ter vividoàs decadas de 60/70. Minha mãe me diz que eu não sou dessa época (2000), que sou antiga demais, que meu espírito é velho demais, que eu gosto das coisas da época dela (que ela nem gosta), enfim. Depois de assistir ao filme eu fiquei pensando: tem época mais genial do que agora? Vai ter época mais genial daqui pra frente? Gente, o que mais Steve Jobs pode inventar? Vai existir outro Mark Zuckerberg? Olha, posso gostar muito de muitas coisas do passado (arte, literatura, cinema, moda, objetos, etc), mas o mais sensacional de tudo é que eu posso conciliar tudo isso com o que vivo agora, porque a internet, pra mim, é vida (e você que é feio?). No filme, rola um momento “inception”, (ironia do destino Marion Cotillard participar dessa parte?) e a epifania de descobrir que ninguém está contente com o que está vivendo no momento. orly?

Para mim, Paris foi só um cenário. Não houve tanta importância para o filme assim, como seu pensei que seria. Se você espera ver Torre Eiffel e franceses com seus fla fle fli, foux da fafa, não vai encontrar nada disso. :)

Saí do filme leve, bem leve. Com vontade de devorar todos os livros que estão empoeirados na minha estante, de baixar todos os filmes que estão marcados na minha lista, e de verdade verdadeira, eu tenho que aproveitar este momento, porque eles são únicos e raros na minha vida. Fica o beijo pro Woody Allen que vai ser gênio assim na pqp.

O “amor de se entregar” não bate na porta de qualquer um. Sortudos são aqueles que puderam senti-lo, pelo menos uma vez na vida. Sortudos são aqueles que sentem pela vida toda.
Eu sou extremista. Acredito que só exista uma vez esse “amor de se entregar”. Não haverá outra pessoa que te fará sentir dessa maneira novamente. É claro que pode existir alguém que balance o seu mundinho, mas talvez não da maneira que você acha que ele deve ser balançado, se é que me entende. Bem, estou falando por mim, claro. A vida é muito mais difícil do que isso, ou muito mais fácil, mas essa é só a minha opinião a respeito do “amor de se entregar”.  Ah sim, eu já senti isso, mas ainda não sei se sou grata por tê-lo sentido, porque sabe, me fodeu a mente e o coração completamente. A minha situação, agora, não está muito diferente do que estava há um ano, e a culpa toda, é minha. Eu tenho umas expectativas irreais, ou um romance idiota na cabeça que só caberia aos livros e filmes. Muito bem disse alguém no twitter uma vez “quer um romance? vá ler um livro!”.  A minha tristeza vem desse desperdício que eu causei, que continuo causando. Sabe quando a gente ama errado? Já falei disso alguns posts atrás. Se sou digna de amar e de ser amada, por que gastar esse amor com alguém que não merece nem um centésimo do meu tempo, ou um pedacinho desse amor, não é mesmo? Mas eu não sei.

Uma vez que eu não tivesse entrado naquela faculdade, acho que estaria tudo bem agora.

Eu requeijão. Misturo até no miojo e fica ótimo! :D
Adaptei essa receita daqui.

Sabe aquele macarrão que sobrou do domingo e você não quer um molho vermelho e tá com preguiça de fazer algum outro tipo de molho mais elaborado, mas também não quer comer o macarrão só passado na manteiga e alho? Seus problemas “acabaram-se”! Esse molhinho de requeijão é muito fácil e deixa o macarrão delicioso, sem ficar enjoativo. Eu fiz uma porção individual, até porque, não saberia se ia dar certo e só eu ia comer, além de que, achei muuuita coisa um pote de requeijão. ;)

Ingredientes:

¹/2 colher de sopa de manteiga
2 ou 3 colheres de sopa de requeijão
1 dente de alho amassado
cebolinha ou salsinha picada
sal e pimenta

Modo de preparo:

Derreta a manteiga e frite o  alho. Acrescente o requeijão até se misturar por completo na manteiga. Salpique cebolinha ou salsinha à gosto e tempere com sal e pimenta. Cuidado para não queimar a manteiga, porque né, isso aconteceu comigo! hahaha


Obs. na foto parece que ele ficou seco, mas nããão, foi só misturar e nomnomnomnom!