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Arquivo mensal: novembro 2010

Fim de semana passado, finalmente, desci a serra rumo ao Guarujá, mas dessa vez ao invés de ficar na Pitangueiras (praia querida desde sempre), fomos para a Enseada desfrutar de um hotel de lá. Pena não ter sido o Casa Grande, mas tudo bem, fica pruma próxima! :)

E um pequeno stop motion, ou tentativa de:

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Não é sempre que temos a oportunidade de conhecer a figura mais importante do país, não é mesmo? E sábado eu tive a oportunidade de conhecer o sr. Presidente e a Primeira Dama. Lula pode não ser um dos meus personagens políticos favorito, mas vou te dizer, ô figura, viu. Uma pessoa simples e completamente carismática. Atendia aos pedidos de fotos de todo mundo com todo bom humor e cordialidade.

Foi no casamento do meu primo, que aconteceu no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. A Denise, agora esposa do meu primo,  filha de Sadao Higuchi, ex-tesoureiro do Sindicato e, por isso tem uma ligação muito forte com o sr. Presidente. Dona Marisa e Lula foram padrinhos dela e estiveram presentes até a festa começar. Uma honra, homenagem e companheirismo representado na figura sempre presente de Lula com a família Higuchi. Assim, tenho certeza que o nosso presidente não é somente uma figura política, mas alguém que, realmente, se importa e ainda é fiel àqueles que o apoiaram desde sempre.

Coisa pouca é bobagem. Felicidades ao casal! :)

Fotos: Natália Nambara e Fabiana Rebecca

Não foi aquela coisa pensada, confesso. Eu sempre quis fazer uma tatuagem, desde quando meu irmão fez a dele (isso tem, sei lá, cerca de 8/9 anos?). Sei que faz tempo, mas eu nunca tive coragem, tanto pela dor que eu pensaria em sentir, tanto pela coisa feita.

De uns tempos para cá, esse semestre, a Lari plantou a ideia de “vamos fazer uma tattoo?”, e eu comecei a pensar na possibilidade e levei a ideia a sério! O grande problema era mas o que? Afinal de contas era algo que ficaria no meu corpo até eu morrer. Eu queria uma frase, algo escrito, não um desenho. Pensei em inúmeras letras de música, mas nada me dizia “É ESSA!”. Daí, outro dia, eu estava pelo tumblr, quando me deparo com uma tatuagem escrita 35mm na coxa da moça. Tatuagem e lugares um tanto inusitados. BAM! Era essa! Tinha me apaixonado pela tatuagem. 35mm. Algo muito significativo para mim e que nunca vai deixar de ter o valor que tem. Embora eu não mexa assim muito com câmeras de filmes, eu a-m-o fotografia e cinema. Não tive experiências muito certas com as câmeras, mas tenho aqui uma Pentax (que preciso levar para arrumar) e uma Diana Mini (charmosa que só ela!).

E assim nasceu minha primeira tatuagem.  Não doeu, mas acho que a região que eu escolhi não é lá muito dolorida. Quero ver quando eu decidir fazer no calcanhar. AÍ SIM! :)

 

Hoje vi um tweet da Dani Arrais que dizia “Quer ser stalker? Então aguenta, coração!”. E, realmente, é isso. Ser stalker é para poucos, e eu já fui a maior stalker que você possa imaginar, mas não aguentei a pressão (arterial). Sério! Não é exagero, ser stalker faz mal para a saúde, para a mente e para o coração. Se você consegue ser um stalker firme e forte, meus parabéns. Eu não. Desisti dessa vida quando tudo começou a me machucar. Para falar a verdade, nunca deixei de ser stalker, né, mas stalkeio agora só quem não me conhece, quem eu não conheço, amigos de amigos e tal. Coisa pouca e boba. Mas AQUELA stalker eu já não sou mais. Graças a minha boa vontade e as “taquicardias” que eu tanto achava que fariam meu coração explodir.

Quando soube da nova ferramenta do Facebook eu pensei “meu Deus, NÃO!” essas mídias sociais são uma desgraça para qualquer coração fraco e stalker compulsivo. Não procurei me aprofundar nessa nova ferramenta, não quero nem saber onde se encontra. Cansei de ser rejeitada por milhares de meios de comunicação. Ficaria só com o telefone que mesmo assim meu coração já pareceria enfartar.

Mentchera, desci não.

Aqui está um vídeo o qual dona Marcelita gravou quando estávamos indo para a Vila Olímpia fazer a minha tatuági, mais precisamente no túnel Ayrton Senna, que passa por debaixo do Parque do Ibirapuera. É motivo de comemoração, porque quem acompanhava o outro blog (oi, fantasmas) sabia do meu medo de dirigir. E, então que, com a ajuda do google maps + street view + gps + @marcelafuscaldo eu saí do extremo da zona leste para os cantos nobres dessa cidade grande. O relógio da rua marcava 17º mas, te garanto, que eu sentia um calor dos infernos dentro do carro! hahaha

Tem outros vídeos que eu solto a voz cantando Leoni na Trabalhadores, mas esses a Má não quis me passar. hahaha

Um beijo, me liga!

Cheguei na Paulista pela Alameda Campinas. Tantas memórias, tantas recordações. Passei pelo La Caballeriza e só lembrava daquele vinho que tomei, e que me deixou tontinha. Guardo a rolha daquele vinho em algum lugar perdido do meu armário. Ah, que delícia. Mas, minha vontade era de dar ré e gritar em frente a Cásper. Loucura, mas necessária. Cruzei a Paulista a 40km/h. Trânsito, e desci pela Major Natanael. Lembrei das caronas até a Alameda Santos. Passei pelo Pacaembu e lembrei da única vez que estive lá torcendo pelo Corinthians. Batia um sol de fim de tarde gostoso e danado. Minha cabeça doía, ou pela fome, ou pelo nervoso, ou pela tatuagem feita. Mas eu estava ali, plena e feliz. Tranquila.

Viu? :D