SWU, eu fui!

Sim senhores, eu com toda a frescura nipônica que me é concedia, fui ao SWU! Sabe como é, aquela muvuca de gente, banheiros químicos, frio do caramba, barro, terra, mas no fim, resultou em um dos melhores shows da minha vida!

Itu fica a uns bons quilômetros de São Paulo (googla aí que tô com preguiça), chegamos lá na Fazenda Maeda às 18h mais ou menos. Como estávamos em 5, pagamos 50 reais pelo estacionamento (sustentabilidade començando aí). Para ser sincera, eu gostei dessa iniciativa para que o carro fosse lotado, com os 5 passageiros, acho que foi a única coisa de “sustentável” a ser praticada por lá.

Estacionamos o carro e tivemos que andar um bom pedaço até chegar ao evento. Uns 20 minutos, eu diria. Meio tenso para voltar à noite, mas tudo bem. Chegando lá, não demoramos nem 10 minutos para passar pela revista e tal. Eu tava com câmera, celular, batom no bolso da jaqueta, e ninguém pediu pra ver, NÉ? Enfim…

Entramos! AE! Fomos comprar fichas para pegar cerveja/refrigerante/comida. Gastei tudo, não dava para recuperar o dinheiro depois, então, pra quê guardar? hahaha

melhor companhia!

Eu vi o pessoal reclamando do preço da cerveja. R$ 6,00 uma heineken, preço de balada, não sei por que de tanto #mimimi. E além do mais, preço “alto” na cerveja pro pessoal não exagerar, não é mesmo? Tá certo!

Gostei bastante do esquema de palcos. Ficava um do lado do outro, e assim que acabava uma banda a outra praticamente logo em seguida começava. Não foi como o Tim Festival: 1 palco, 4 bandas, demora de mais de uma hora entre uma banda e outra começar. aff. péssimo. E por ter sido numa fazenda o próprio relevo ajudou para quem ficou longe do palco, porque fazia um morrinho e dava para ver o palco um pouquinho.

vista panorâmica dos dois palcos

Começamos com um bate cabeça ali dos bacanas. Brinquei de bate cabeça com a Pati e aí meu cabelo já era. Depois teve show do Incubus e o som tava péssimo. Não sei o que houve. Em seguida, Queens of the Stone Age, não conhecia muita coisa dos caras, mas putaquepariu meu amigo, que show, que show! Muito bom mesmo!  O que eu detesto nesse lance de shows é que neguinho acha que é balada e fica passeando por entre a gente, daí né, paramos de fazer qualquer coisa para dar passagem pro(s) infeliz(es), mas aprendi uma tática sensacional: assim que você ver que alguém quer passar entre você e seus amigos, vocês começam a pular e dançar frenéticamente que a pessoa logo desiste. SIM, DÁ MUITO CERTO! Hahaha

Depois de QOTSA foi Pixies. Nessa “troca de palco” foi tenso, porque estávamos no meio de um palco pro outro, e aí o pessoal começou a sair loucamente. Me senti na Sé 18h. E nessa muvuca, meu cachecol foi embora! Conseguimos ficar mais sossegados e Pixies começou, foi muito bom também, mas eu estava morrendo de fome e fui comer alguma coisa. E nossa, como estava cansada. Quadris e pernas não estavam muito bem. hahaha

Depois de Pixies teve Linkin Park e voltei à adolescência, mas estava extremamente cansada e morrendo de frio e fiquei sentada quase o show todo. Cantei In The End e Numb ali, sentadinha, tentando proteger minhas orelhas do frio porque né, tinha perdido meu cachecol. :(

Depois de Linkin Park começou a tocar DJ Tiesto e eu não sei por que raios acho as músicas dele fim de balada. Não que sejam ruim, mas ah, eu não sei explicar. Aí fomos descansar um pouco numa das tendas que tinha lá, e fomos embora assim que show do Tiesto acabou. E, ah, sim para todo e qualquer lugar que fôssemos tinha neguim puxado um fumo. Muito cheiro de maconha em qualquer lugar que íamos. Fiquei loucona por tabela. Imagina o quanto de droga que rolou por lá. Se maconha que você sente o cheiro tava uma coisa absurda, imagina as outras drogas? NÉ. Enfim.

Sinceramente foi um puta dum festival. Muito bom sim. Não aconteceu nada de ruim com a gente, e foi tudo super tranquilo. Preços absurdos? Pode ser, mas Brasil é isso aí e sempre foi, quando vai mudar, não sabemos. Sustentabilidade? A hipocrisia mandou um beijo. Mas no fim, valeu a pena sim. Vi 4 bandas fodas, uma experiência única e muita história pra contar.

Ninguém me tira a sensação de estar ali, no meio da multidão pulando junto com a galera com o QOTSA. Melhor sensação de todos os tempos! Precisava muito disso e saí de lá com a alma lavada. 3º melhor show da minha vida, mas isso fica para outro post.

melhor sensação de todos os tempos

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2 comentários
  1. babi disse:

    vou usar sua dica pra evitar pessoas passando entre mim e meus amigos em show, porque, sério, a gente sempre vira o ‘melhor caminho’ pra galera.

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