Quando ela cai no sofá, so far away…

Não muito desperta do sono, não muito atenta a realidade. Fui andando pela avenida a procura de alguém, algum rosto conhecido. Não encontrei, não seria fácil encontrar nessa cidade de milhões de pessoas andando para lá e para cá desenfreadamente.

O sol batia no meus olhos, me cegava. Talvez seja por isso que não tenha encontrado ninguém. Sim, foi por isso. Continuei andando, olhando a cada esquina, procurando a cada ponto de ônibus, mas não encontrei.

Tudo em vão.

Parei num café para tomar, pelo menos, um chocolate quente e me acalmar. Me acalmar do sol que me cegou, da vida que me trapaceou, do sonho o qual ainda não despertei.

Dei minhas voltas. Entrei no parque. Fugi da vida. Voltei pra casa com meu carro a 80km/h. Como assim tinha que ser.

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